RACHA NA ÁREA DE SEGURANÇA PODE COMPROMETER RESULTADOS OBTIDOS E A CONTINUIDADE DA QUEDA DE INDICADORES DE CRIMINALIDADE.
Tudo bem na foto. Mas, é fato que nem tudo está bem.
Os GENERAIS DE EXÉRCITO (Braga Neto e Richard Nunes) responsáveis pela INTERVENÇÃO na SEGURANÇA PÚBLICA do Estado do Rio de Janeiro, não tem feito nenhuma questão de esconder sua discordância e descontentamento com a decisão do GOVERNADOR eleito, em acabar com a SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA, dando às POLICIAS MILITAR e CIVIL, o status de SECRETARIAS.
Em recentes ENTREVISTAS, eles disseram que a medida pode "QUEBRAR" a estrutura que foi montada, e prejudicar o bom andamento do que ainda tem que ser feito sob a responsabilidade do GABINETE DE INTERVENÇÃO, até meados do ano de 2019.
Wilson Witzel já disse que pretende pedir uma GLO (GARANTIA DA LEI E DA ORDEM) em substituição ao modelo de INTERVENÇÃO, mas se depender da vontade dos generais, nem isso WITZEL vai ter. É certo que o futuro presidente terá que decidir entre as opiniões divergentes.
O fato é que, AZEDOU a relação (GABINETE DE INTERVENÇÃO X GOVERNADOR), pela forma como WITZEL conduziu a questão da futura estrutura de segurança pública do Rio de Janeiro, sem ouvir e acatar o que os MILITARES queriam, pelo menos até JUNHO.
Até 31 de dezembro (TERMINA O ANO E A INTERVENÇÃO), os militares do GABINETE esperam conseguir EMPENHAR 80% do valor repassado pela UNIÃO para socorrer a SEGURANÇA do Rio de Janeiro. Isso trará ao longo de 2019, MAIS VIATURAS, COLETES, ARMAS, INSUMOS PARA A PERÍCIA, FARDAMENTO... mas o GRAVE PROBLEMA DE EFETIVO não será resolvido.
RESTA SABER como o futuro governador vai conseguir COLOCAR A POLÍCIA NA RUA, e assegurar (SEM A PRESENÇA DAS FORÇAS ARMADAS) a LENTA, porém consistente redução dos índices de criminalidade no Estado.



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